Muitos jovens, desde muitos anos atrás, estimulados pela ditadura militar, pela desigualdade social e muitas vezes pela própria condição financeira, se tornaram adeptos do comunismo. Isso no Brasil. Mas em alguns outros países os motivos não foram/são muito diferentes.
Hoje, no Brasil, só existe o fantasma da ditadura. E esse fantasma está no comodismo do povo brasileiro, na ignorância sobre os direitos individuais e coletivos, e principalmente na ausente força de vontade de fazer algo para acabar com a corrupção, com a violência e com o estupro político que estamos sofrendo.
Contudo, esse fantasma e os outros motivos já citados, ainda servem de estímulo para o surgimento de grupos pseudo-comunistas (chamo assim porque não sabem exatamente o que é, mas gostam da camisa do “Che” e do clima de constante de revolta e revolução contra o sistema) e também dos “comunistas-da-pesada” aqueles que não só sabem o que é, como também levam isso como religião. Fanáticos, quase.
O grande fato nessa história, entretanto, é que esses comunistas (a maioria, pelo menos), logo quando se tornam adultos, deixam a universidade, deixam de ser comunistas e seguem a vida como executivos, empresários e profissionais qualificados. Alguns se tornam até mesmo simpatizantes da política de direita, enquanto outros tombam para a esquerda. Mas ainda sim, (salve poucas exceções) restam aqueles que não se deram muito bem profissionalmente e que continuam a vida ligados à uma extrema esquerda revolucionária.
Resumindo: O comunismo é uma idéia muito apreciada por jovens cheios revolta e hormônios, e logo em seguida é deixada para trás para dar lugar ao sucesso profissional e a vida propriamente dita. E quando isso não acontece, muitas vezes por incompetência e até mesmo preguiça, continuam estimulados à causa social-revolucionária, pela própria condição. E isso é exatamente o que é o comunismo: Uma idéia até bonita, mas que ao ser pensada com maturidade se torna utópica, cruel e maléfica à sociedade.
Nós, leigos nesse assunto (eu também, principalmente), precisamos entender isso para chegarmos à uma opinião própria. Tudo o que eu disse até agora são somente impressões baseadas em estudos superficiais, e por isso não me levem tão a sério, afinal não tenho o “gabarito” necessário para argumentar com autoridade sobre ideologias. Mas, o que vou citar daqui em diante são fatos. São realidades passadas e presentes nos regimes comunistas, portanto, a partir daqui, podem me levar mais a sério e tirar suas próprias conclusões.
Comunismo: porque ninguém, além dos comunistas, gosta?
Pode-se ver claramente. O presidente Lula, enquanto fazia, durante muitos anos, pose de revolucionário, operário revoltado e comunista nato, não ganhava nenhuma eleição. Contudo, ao ficar grisalho, com cara de maduro, ser vestido como um verdadeiro capitalista e mostrar um comportamento mais sóbrio, quase de direita, foi eleito no ato.
O governo Lula não fez nada que prometia em épocas passadas. Continuou a linha de governo anterior sem mudar em nenhum aspecto, o que fez com que sua economia não piorasse nem melhorasse, dando uma falsa impressão de que o governo dele é bom. Unindo isso à distribuição de esmolas, ele foi reeleito. Coincidência? Então vamos aos fatos:
* Nos países com regime comunista, o número das estatísticas referentes à emigração e muitas vezes FUGA do país e muito maior que nos demais países.
* Na época do muro de Berlim, a Alemanha Ocidental prosperou muito mais do que a Oriental, que era comunista (sem contar as fugas também, que foram a razão do muro)
* A maioria dos regimes comunistas praticamente aprisionavam/aprisionam a população dentro país. Porque será?
* As revoluções comunistas mataram mais pessoas do que as guerras. A ditadura militar no Brasil matou algo em torno de 500 pessoas (quase o número de mortos POR DIA na violência brasileira de hoje); no holocausto de Hitler, 6 milhões de judeus foram executados; Na ditadura comunista de Mao-Tsé, morreram MUITO mais perseguidos políticos do que judeus no holocausto. E há quem diga que o número correto se aproxima do número de mortes na segunda guerra inteira.
* É bom citar Mao-Tsé: em uma cartilha escolar distribuída pelo PT às escolas, a história é um pouco adaptada/omitida para mostrar como o movimento revolucionário de Mao-Tsé foi um ato heróico.
* Os movimentos comunistas reescrevem a história (Porque?)
O comunismo só se fixa no poder através de ditadura. É como se os comunistas achassem que o resto do mundo é ignorante e ainda não sabe o quanto o comunismo é “bom” e por isso precisam forçá-lo e engolir, porque “um dia vão entender a beleza”.
Em seus podcasts, o filósofo Olavo de Carvalho, vez ou outra afirma que os comunistas acham que o armagedon bíblico para purificar o mundo está demorando demais e resolveram eles mesmos fazerem isso.
Então, jovens fãs de Che Guevara, pensem nos mais de 30.000 mortos pelas FARCs, pensem nos milhões e milhões de mortos nos regimes comunistas, pensem em como a censura e tudo o mais que vocês criticaram nas ditaduras de direita, acontece da mesma forma (e às vezes mais) nas ditaduras de esquerda. Pensem que ditadura por si só, de direita ou esquerda, já é violenta, cruel. E lembrem-se que se o próprio Karl Max chamou sua ideologia de utópica.
Hoje, no Brasil, só existe o fantasma da ditadura. E esse fantasma está no comodismo do povo brasileiro, na ignorância sobre os direitos individuais e coletivos, e principalmente na ausente força de vontade de fazer algo para acabar com a corrupção, com a violência e com o estupro político que estamos sofrendo.
Contudo, esse fantasma e os outros motivos já citados, ainda servem de estímulo para o surgimento de grupos pseudo-comunistas (chamo assim porque não sabem exatamente o que é, mas gostam da camisa do “Che” e do clima de constante de revolta e revolução contra o sistema) e também dos “comunistas-da-pesada” aqueles que não só sabem o que é, como também levam isso como religião. Fanáticos, quase.
O grande fato nessa história, entretanto, é que esses comunistas (a maioria, pelo menos), logo quando se tornam adultos, deixam a universidade, deixam de ser comunistas e seguem a vida como executivos, empresários e profissionais qualificados. Alguns se tornam até mesmo simpatizantes da política de direita, enquanto outros tombam para a esquerda. Mas ainda sim, (salve poucas exceções) restam aqueles que não se deram muito bem profissionalmente e que continuam a vida ligados à uma extrema esquerda revolucionária.
Resumindo: O comunismo é uma idéia muito apreciada por jovens cheios revolta e hormônios, e logo em seguida é deixada para trás para dar lugar ao sucesso profissional e a vida propriamente dita. E quando isso não acontece, muitas vezes por incompetência e até mesmo preguiça, continuam estimulados à causa social-revolucionária, pela própria condição. E isso é exatamente o que é o comunismo: Uma idéia até bonita, mas que ao ser pensada com maturidade se torna utópica, cruel e maléfica à sociedade.
Nós, leigos nesse assunto (eu também, principalmente), precisamos entender isso para chegarmos à uma opinião própria. Tudo o que eu disse até agora são somente impressões baseadas em estudos superficiais, e por isso não me levem tão a sério, afinal não tenho o “gabarito” necessário para argumentar com autoridade sobre ideologias. Mas, o que vou citar daqui em diante são fatos. São realidades passadas e presentes nos regimes comunistas, portanto, a partir daqui, podem me levar mais a sério e tirar suas próprias conclusões.
Comunismo: porque ninguém, além dos comunistas, gosta?
Pode-se ver claramente. O presidente Lula, enquanto fazia, durante muitos anos, pose de revolucionário, operário revoltado e comunista nato, não ganhava nenhuma eleição. Contudo, ao ficar grisalho, com cara de maduro, ser vestido como um verdadeiro capitalista e mostrar um comportamento mais sóbrio, quase de direita, foi eleito no ato.
O governo Lula não fez nada que prometia em épocas passadas. Continuou a linha de governo anterior sem mudar em nenhum aspecto, o que fez com que sua economia não piorasse nem melhorasse, dando uma falsa impressão de que o governo dele é bom. Unindo isso à distribuição de esmolas, ele foi reeleito. Coincidência? Então vamos aos fatos:
* Nos países com regime comunista, o número das estatísticas referentes à emigração e muitas vezes FUGA do país e muito maior que nos demais países.
* Na época do muro de Berlim, a Alemanha Ocidental prosperou muito mais do que a Oriental, que era comunista (sem contar as fugas também, que foram a razão do muro)
* A maioria dos regimes comunistas praticamente aprisionavam/aprisionam a população dentro país. Porque será?
* As revoluções comunistas mataram mais pessoas do que as guerras. A ditadura militar no Brasil matou algo em torno de 500 pessoas (quase o número de mortos POR DIA na violência brasileira de hoje); no holocausto de Hitler, 6 milhões de judeus foram executados; Na ditadura comunista de Mao-Tsé, morreram MUITO mais perseguidos políticos do que judeus no holocausto. E há quem diga que o número correto se aproxima do número de mortes na segunda guerra inteira.
* É bom citar Mao-Tsé: em uma cartilha escolar distribuída pelo PT às escolas, a história é um pouco adaptada/omitida para mostrar como o movimento revolucionário de Mao-Tsé foi um ato heróico.
* Os movimentos comunistas reescrevem a história (Porque?)
O comunismo só se fixa no poder através de ditadura. É como se os comunistas achassem que o resto do mundo é ignorante e ainda não sabe o quanto o comunismo é “bom” e por isso precisam forçá-lo e engolir, porque “um dia vão entender a beleza”.
Em seus podcasts, o filósofo Olavo de Carvalho, vez ou outra afirma que os comunistas acham que o armagedon bíblico para purificar o mundo está demorando demais e resolveram eles mesmos fazerem isso.
Então, jovens fãs de Che Guevara, pensem nos mais de 30.000 mortos pelas FARCs, pensem nos milhões e milhões de mortos nos regimes comunistas, pensem em como a censura e tudo o mais que vocês criticaram nas ditaduras de direita, acontece da mesma forma (e às vezes mais) nas ditaduras de esquerda. Pensem que ditadura por si só, de direita ou esquerda, já é violenta, cruel. E lembrem-se que se o próprio Karl Max chamou sua ideologia de utópica.



